Fotografia e vida

A arte de fotografar nos acompanha desde muitos anos. Melhor ainda, a ideia de nos imortalizar. Isso que motivou os pioneiros dessa arte que já foi criticada, e depois reverenciada. O ser humano tem em sua essência, a necessidade de ser notado, de se integrar, de “ser”. E a fotografia, em comunhão com a pintura, faz esse trabalho com precisão. E com a ajuda da tecnologia, não mais precisamos esperar para ver o resultado. Ele aparece imediatamente após o “clique”. É verdade que existem muitas formas de se registrar o nosso dia a dia, nossa caminhada mas, aquele momento decisivo, aquele movimento congelado e imortalizado, bem, isso é para quem tem sensibilidade, e uma boa dose de paciência e observação!

Dia Mundial da Fotografia em Placa Úmida de Colódio

Placas secas

Olá!

Faz tempo que não conversamos! Não importa. Chegou a hora. Com um certo atraso mas… sempre é tempo de falar de fotografia!

Gostaria de falar sobre um tipo de fotografia muito antiga, usada nos primórdios das experiências com registro de imagens. No século 19, mais precisamente em 1851, um inglês chamado Frederick Scott Archer, inventou um processo em que se usava uma placa de vidro ou metal, coberta com um líquido (nome técnico: emulsão) composto de piroxilina (um tipo de verniz derivado da celulose), álcool e éter. Essa emulsão recebeu o nome de colódio. Aplica-se o colódio sobre a placa e depois banha-se com nitrato de prata. É a prata que, por ser sensível à luz, vai escurecer em determinadas áreas e essas nuances de claros e escuros é que vão compor a imagem.

O mais estressante nesse processo é que Continuar lendo “Dia Mundial da Fotografia em Placa Úmida de Colódio”